DOCUMENTARIO: Espiritismo à Francesa: a derrocada do Movimento Espírita Francês pós-Kardec

“Espiritismo à Francesa: a derrocada do Movimento Espírita Francês pós-Kardec” é uma produção da Luz Espírita (http://www.luzespirita.org.br), de janeiro de 2018, que põe em pauta uma das questões mais curiosas (e um tanto controversa) acerca dos desdobramentos da continuação da obra de Allan Kardec, logo após sua desencarnação, cujo resultado foi, já no começo do século XX, o enfraquecimento e desaparecimento quase absoluto do Espiritismo, tanto na França, seu berço, quanto na Europa e outras regiões do mundo.

Roteiro: Louis Neilmoris | Direção e apresentação: Ery Lopes | Narração: Dora Carvalho
Comentários: Adriano Calsone, Antonio Cesar Perri de Carvalho, Carlos Campetti, Jorge Hessen, Oceano Vieira de Melo e Paulo Henrique de Figueiredo.

Coprodução: Autores Espíritas Clássicos / ArtEspírita | © 2018 – Todos os direitos reservados

 

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ARTIGO: Ensino religioso nas escolas públicas: problema ou oportunidade?

Ensino religioso nas escolas públicas: problema ou oportunidade?

Até quando nossas escolas irão se concentrar na produção e apresentação de soluções técnicas, sem capacitar os futuros profissionais a avaliar se são éticas?

Em setembro, o Supremo Tribunal Federal deliberou que o ensino religioso nas escolas públicas brasileiras pode ter natureza confessional, ou seja, vinculado às diversas religiões e igrejas. O debate incluía desde alertas sobre o risco de proselitismo – o esforço para convencer pessoas que uma determinada religião é a melhor que existe – até propostas que, para defender um Estado laico, reduziam as atividades escolares a assuntos técnicos. Mas, considerando que a decisão já foi tomada, que as religiões compõem parte do acervo moral da humanidade e que vivemos uma grave crise ética e moral, o ensino religioso pode ser útil para ajudar os jovens a repensar seu projeto de vida.

Veiculado na Gazeta do Povo neste domingo | Paulo Henrique Wedderhoff

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TEXTO: Perante o Natal – Herculano Pires

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[…] A criança que nasceu em Belém, na noite tradicionalmente fixada como a do Natal, é o mais elevado espírito que já passou pela Terra, no cumprimento da mais pura e mais alta de todas as missões. Criatura divina, porque superava, em sua elevação espiritual, a condição humana, mas jamais o próprio Deus. Nem mesmo os descrentes podem negar isso, quando examinam a mensagem superior que Jesus nos trouxe, o exemplo que nos deu e as consequências da sua passagem entre nós. Ninguém jamais produziu tamanha transformação no mundo, continuando a operar no coração do homens, no sentido de uma revolução cada vez mais profunda.

Os cristãos escolheram uma data mitológica para a fixação do Natal. Era a data nacional do “advento messiânico nas civilizações antigas”. Não importa que essa data não seja historicamente exata. Ela se mostra impregnada, tradicionalmente, de vibrações de adoração e de respeito. O Espiritismo procura libertar o pensamento religioso da herança mitológica, mas não pretende modificar as datas tradicionais. Por isso, os espíritas se unem a todos os cristãos, na comemoração do Natal. Mas devem procurar, como ensinou Kardec, em vez de exaltar o aspecto mitológico da tradição, aprofundar o SIGNIFICADO DA MENSAGEM EVANGÉLICA.